4 comentários em “O Festival

  1. faltou a seguinte parte ao final do texto:

    “… onde pensamentos mortos vivem em novos e estranhos corpos, e maligna a mente que é mantida por nenhuma cabeça. Como Ibn Schacaba sabiamente disse, feliz é a tumba onde nenhum mago é sepultado, feliz é a cidade onde, à noite, todos os magos são cinzas. Pois é um velho rumor que a alma dos levados pelo demônio não se precipita dos restos de sua carne, mas engorda e instrui o próprio verme que o mastiga; até que da decomposição surge uma vida horrenda, e os estúpidos escavadores da cera da terra astutamente se mobilizam para criar monstros para nos afligir. Grandes buracos são cavados secretamente onde os poros da Terra deveriam bastar e as coisas que deveriam rastejar aprendem a andar.”

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