22 comentários em “Fábula Curta

    • Não sei porque ainda me dou o trabalho de responder esses comentários, mas enfim…
      Não gosto de me rebaixar ao ponto de criticar ou desmoralizar qualquer um que entre aqui, até porque eu próprio tenho meus defeitos. Mas apartir do momento em que você me chama de “trouxa”, creio que tenho tal direito.

      Creio que sua mente limitada não compreendeu a metáfora genial feita por Kafka neste pequena fábula. Se tivesse capacidade suficiente para fazê-lo, deveria ter entendio que a sua medíocre e passageira vida está totalmente contada nestes três parágrafos que contam a história do ratinho indefeso!

      Desenvolva sua capacidade de pensar em vez de criticar gratuitamente e sem argumentos válidos quem tenta te dar um pouco de cultura de maneira totalmente gratuita!

      Você diz que eu não sei fazer site, mas este BLOG possui uma média de 3 MIL visitas por DIA!!! Realmente deve ser um blog muito chato para que tantas pessoas o visitem diariamente, não acha?

  1. Sua iniciativa é extremamente importante. Disponibilizar LETRAS de verdade pra uma geração cada vez mais alienada, vazia e preguiçosa de raciocínio é uma atitude de herói da resistência, do pensar.
    Acesso sempre e indico tb, fique sabendo que sua atitude não está sendo de maneira alguma ignorada. Quanto aos críticos tortos de plantão? bem…, os outros são só…, outros..

    Parabéns.

    • Olá, Sandro!!!
      Muitíssimo obrigado por esse seu comentário. O trabalho de resistência ao montar o blog é apenas parte do trabalho. Pessoas como você, que visitam e divulgam, e amam esta arte, também fazem parte desta resistência!!!!

      Forte abraço e, mais uma vez, obrigado!

  2. Procurva a Fábula Curta – do Kafka, que li a muito tempo…Concordo com o Sandro – poucos lêem, muitos transitam pela superficialidade das coisas…Gosto muito do Kafka, já li (algumas vezes) O Processo, O Castelo e Metamorfose…Também gosto muito de Nietzsche. Parabéns pelo trabalho…

  3. Oi snaga,
    Conheci seu blog hoje,gostei de mais e parace muito familiar sabe…interessante isso…
    Parabéns pelo blog estarei sempre por aqui agora.
    Os contos de Franz kafka são muito inteligêntes…
    Um Grande Abraço
    Maurício Estrada(Floripa)

  4. Acabei de descobri este blog e fiquei feliz por ver tantos autores dos quais sou leitor há bastante tempo, sem nunca ter esgotado suas obras. Já tive o prazer de ler aqui contos ainda inéditos para mim. Kafka é um dos meus favoritos. Abraços.

  5. Trabalho em uma recepção e quando fico livre sem público para atender entro no blog e passo horas e horas lendo, principalmente Machado de Assis, Poe e Tchekhov. Mas esta fábula merece um comentário. Estão de parabéns pelo trabalho no blog, e pobre do Gabriel ter a mente tão pequena, capaz de dar atenção a estrutura do blog e não à genialidade transbordante de Kafka.

    • Obrigado pelas visitas e pelo comentário, Rafaella!
      São pessoas assim que me fazem ainda ter esperança na humanidade! hehe
      Leitura é sempre bem-vinda e dos clássico, ainda mais!

      Eu também adoro esta fábula do Kafka. Fiz até uma Po(d)ema dela no site Telhacast.com

      • Snaga, o blog poderia ter Bocage, não acha? Adoro os poemas dele e tenho sempre que entrar em outros sites, como dou preferência ao seu, então está aqui uma sugestão. Abraços!

  6. Por que não se discute o texto em si nestes comentários? Vou inaugurar os comentários de texto tá? Bom, o que eu entendi desse conto foi que o rato é como a gente, que quando cresce e fica adulto sai correndo de medo de sei lá o que, e vai criando muros altos (cada vez mais responsabilidades como cargos, família, propriedades) e quando vê já chegou no fim da vida, na ratoeira, pois foi afunliado por estes muros e nem percebeu. Mas aí vem o gato e come ele antes do final, isso eu não entendi muito bem. Talvez o gato seja o ego do rato. E ele diz que era só correr pro outro lado. Ou seja, ao invés de pegar o caminho que estreita os horizontes tem que pegar o caminho que amplia os horizontes!

    • Olá, Tata!

      Minha interpretação é parecida.
      O homem é comparado a um rato, medíocre e indefeso.
      Quando jovens, o mundo nos é amplo, cheio de coisas a conhecer, cheio de possibilidades e escolhas.
      O que ele chama de “medo” eu vejo como o impasse das decisões vindas obrigatoriamente com a maioridade. Em determinado momento, o mundo amplo precisa ganhar foco. Os muros, como você disse, representam essas decisões. A criança imaginativa (capaz de crer em tudo) torna-se um adolescente com cheio de impasses. O adolescente, por sua vez, dá lugar ao jovem cheio de responsabilidades, cada vez mais distante da criança ampla e imaginativa.
      Os problemas da vida vão criando limitações: o trabalho, a família, as necessidades variadas. E o estreitamento dos muros é a velhice. Quanto mais estreito, mais velho, pois sabemos que um dia os muros se encontrarão e os caminhos se acabarão.
      Daí entram a ratoeira e o gato. Ambos são a mesma coisa: a morte!
      A roteira é a morte esperada, aquela que está lá adiante e que podemos “ver” a nossa frente. O gato é a morte real, a que surge em qualquer momento. Mesmo que tenhamos 90 anos de idade, estaremos vendo a ratoeira lá adiante, sem saber quando chegaremos até ela. Mas o gato chega de repente!

      Já a fala do gato (“o que tens a fazer é mudar de direção”) é a constatação de que não é possível voltar atrás. Veja que, ao mesmo tempo que ele diz para mudar de direção, ele também come o rato. Ou seja, não há escapatória. Você pode tentar mudar de direção, voltar atrás, mas não pode fugir da ratoeira sem cair nas garras do gato.

      É assim que eu interpreto. Três parágrafos para resumir a vida de qualquer ser humano que já pisou sobre esta terra. Genial!

      • então a vida de todos é simplesmente nascer,crescer, se envolver em paredes(trabalho,filhos.casamento,amigos,hobbies…),envelhecer e esperar a morte chegar,mas ainda a algumas pessoas que mesmo tendo construido ” paredes ” pare se proteger do próprio medo ao longo da vida algumas pessoas poucas mais ainda algumas não esperam se encurralarem pelas paredes de seus medos.

  7. Parabéns!!!
    muito boa a metáfora.
    Entendo a fala do gato como sendo essa direção algo que você tem que elaborar dentro de si, como algo que fatalmente acontecerá ou seja esse afunilamento da vida e não temer a morte uma vez que essa é certa, mas pensar que seja como diz o poeta Vinicius de Morais “que seja eterno enquanto dure” e viver sem medos sem segredos…

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