5 comentários em “Diante da Lei

  1. “A morte também negou-lhe a piedade. Serviu como tampão dos poros até saciar a embriaguez. Morre como um cão odiado por farejar sombras que olhos insensíveis desprezam. Inspira orgulho à quase ninguém, mas sustenta mesmo assim sobre uma poça de sangue, o corpo desfigurado e seu olhar convicto de paixão eterna pelo único e poderoso amor pela verdade.”
    6 de novembro de 2008
    Preto e branco
    Gregor Samsa

    • A morte gira sem distinção de porte, tachando a cad um a mesma sorte, a sorte de rir chorar parar voar, então siga sem rotas com rumo certo, diga nas voltas do mundo perto, cante o canto do hino seu e lembre-se nada é tudo que se perdeu.

  2. ôh morte…tu que és tão forte…que matas o gato o rato e o homem.Vista tua mais bela roupa quando vieres me buscar…
    Que meu corpo seja cremado e que minhas cinzas alimentem a erva e que a erva alimente outro homem como eu… porque eu continuarei nesse homen nos meus filhos…
    A palavra rudi que eu disse pra alguém que eu não gostava e até no whisky que eu não terminei de beber naquela noite…. BY RAUL SEIXAS

  3. Perdão pela ignorânica, mas não consegui interpretar o real sentido desse último trecho: “Aqui ninguém mais, senão tu, podia entrar, porque só para ti era feita esta porta. Agora vou-me embora e fecho-a”. Alguém pode me ajudar?

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