14 comentários em “Silêncio

  1. Pingback: Contos de Edgar Allan Poe « Contos do Covil

    • “até rolarem as cataratas para trás da muralha abrasada do horizonte.”
      Acho que se refere à esta frase. Sinto lhe informar, mas está correta. Foi você quem não a entendeu. A frase se refere à nuvens caminhando no céu, indo em direção ao horizonte que, por sua vez, estava “abrasado”, ou seja, “em brasa”, pegando fogo. Era o pôr do sol e o horizonte estava vermelho como brasa, ou seja, havia uma “muralha abrasada” (alaranjada, vermelha, em chamas) que cercava a linha do horizonte.

      Antes de criticar e usar palavrões, sugiro que tente entender. A frase não se referia à “abraçada”, refere à abraço.

  2. Pingback: [LITERATURA] Edgar Allan Poe: Leia alguns contos no aniversário de morte do autor | NERD GEEK FEELINGS

  3. dois contos seus mexem comigo como ninguém, este é um deles. As metáforas, a subtileza das palavras, simplesmente belas – condiz com a sua teoria literária de que a melancolia produz o belo

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