30 comentários em “Amor*

  1. aah não sei se eu sou muito burra.. mas eu não vou mentir e dizer que é lindo, porque na verdade eu não entendi muito bem o sentido desse conto :S

  2. Daniela. Acho que o seu caso é de deficiência na aprendizagem mesmo, sinto muito. Se eu ñ entendesse, certamente não o acharia lindo tb. Que pena!

  3. As personagens criadas por Clarice são personagens muito profundas, sofridas, e isso torna os seus contos cada vez mais intenso, interessante, emocionante e que muitas vezes nos faz se identificar com muitos personagens, pois mostra também a realidade de nossa vida que muitas vezes não tem um final feliz, mas nem sempre um final feliz significa ter tido felicidade na vida.

  4. lindo e emocionante este conto. É encantadora a profundidade e ao mesmo tempo sutileza com que clarice lida com o oculto. A náusea de “enxergar” o mundo que os cegos não vêem, o mundo frágil, apto a explosões e desencontros.
    O amor na profundidade com que a autora coloca é isto, e esta tristeza de lidar com a realidade é que dói na personagem. O verdadeiro amor de sabermos a flama de nossa condição humana e mesmo assim prosseguirmos, tentando sorrir e afagar um ao outro espírito. O amor que está além da compreensção absurda, que prossegue mesmo que a vida inteira pareça errônea.

    Estou encantada por este conto extremamente literário. A imagem do cego mascando chicletes não me é estranha.

    • É um belíssimo conto!

      Adorei a resposta da Gabriela. Reflete exatamente o que senti quando o li. Esse conto nos faz pensar a respeito do conceito de felicidade, da verdadeira felicidade!

  5. Amo esse conto!
    “E alimentava anonimamente a vida. Estava bom assim. Assim ela o quisera e escolhera.” Levo esse trecho comigo, sempre.

  6. Adorei esse texto da Clarice.É encantadora a forma como ela descreve a angústia de encarar a realidade. A técnica, sutiliza, profundidade e manejo de linguagem demonstrados pela autora são perfeitos. Sem falar na descrição do fluxo de consciência da personagem Ana, uma epifania repleta de metáforas discretas e significativas. Pra mim o trecho que melhor exemplifica isso é: “A rede perdera o sentido, e estar no bonde era um fio partido”, inesquecível…

  7. Este conto é muito bom como todos os outros dela.
    Particularmente gosto da técnica do fluxo de consciência, e a Clarice o usa muito bem.
    Falando nisso, eu queria que se publicasse os contos do gênio: James Joyce, o melhor que se utilizou dessa técnica tão esplendida, embora nesses escritos o fluxo aparece timidamente.
    Aproveitando, eu queria que se também publicasse os contos tanto de Guimarães Rosa como de Lígia Fagundes Telles, esta é uma das principais escritoras do Brasil e merece ter seus contos publicados aqui (neste ótimo site—e não estou fazendo média), já do primeiro não há muito o que dizer: ele é espetacular,simplesmente isso, apesar dessas palavras, eu nunca li nada dele,somente li e ouvi falar sobre ele, por isso sei que ele é um grande contista,no entanto, sei que também não se deve julgar o livro pela capa, então nada melhor que ter seus contos publicados aqui para eu os ler.
    Eu sei…estou pedindo demais, mas bem que naquela lista (de Alexandre Dumas Filho à Voltare) se poderia ter o nome de: Rubem Fonseca que escreveu contos como: A matéria do sonho, Mandrake, Corações solitários, Romance negro, Viagem de núpcias, Caderninho de nomes, entre muito outros.Também nunca li nada dele, mas já li sobre sua obra (contos e romances) e gostei bastante.
    Se pedi muito, desculpa aí e é isso aí, agradeço desde já: obrigado (elevado a uma potência bem grande).
    Se não fosse este site eu não gostaria de Literatura como gosto hoje.Então eu lhe devo isso. Vida longa e fique com Deus!!!

    • Que me perdoem todos os outros que aqui já comentaram, mas devo dizer que esse foi o comentário que mais me deu orgulho em receber.
      Saber que este simples blog fez um bem tão grande a alguém é motivo mais que suficiente para continuar este trabalho.
      Pena que não tenha colocado seu nome, meu caro! E se voltar para ver esta reposta, espero que o coloque!

      De qualquer forma, não pediu demais não. Quem dera todos os leitores fossem tão interessados assim. Farei o máximo para realizar seu pedido o quanto antes, pode ter certeza.

      Forte abraço e volte sempre!

  8. Como todo ser humano eu tenho as minhas singularidades, e uma destas é a privacidade (exagerada) , então, infelizmente eu não colocarei o meu nome; na verdade eu só criei um email para ativar o Android Market; naturalmente, também não tenho conta em nenhuma rede social, ainda mais que eu moro na “roça” (como dizemos por aqui) e eu nem sei usar um pc direito, na verdade eu uso o meu Android 2.1 para navegar na net e, especialmente, no Contos do Covil quando venho à cidade (como hoje). Mas, enfim eu fiquei super feliz por sua felicidade de saber que este simples blog (nas suas palavras) fez um bem tão grande a alguém (no caso eu) e que era motivo mais que suficiente para continuar este trabalho (espero que continue, mesmo, pois quando procuramos algum conto no google praticamente só neste site que há contos para se ler, então, incotestavelmente este trabalho não deve ser interrompido e mais uma vez: muito obrigado por ter criado este blog!).
    Enfim, posso dizer que eu sou um cara ávido por novidade, por leitura, por genialidade escrita (não é à-toa que eu estou comentando aqui em *Amor) embora confesso que não tenho (ainda) o entendimento para compreender um texto na sua essência, pois comecei a me interessar por leitura no início do ano de 2012, antes disso eu nem sabia quem era MACHADO DE ASSIS direito e, muito menos, JAMES JOYCE, estes dois gênios realmente são únicos,duas gotas de DEUS para molhar as nossas almas através da literatura, que é o espelho da alma humana.
    Até parece que eu não prezo a privacidade, pois praticamente contei a minha biografia!
    E para quem quer saber mais sobre sobre a Clarice e a personagem Ana, vá neste endereço:
    filologia.org.br/revista/artigo/6(17)74-80.html ou coloque no Google: o fluxo de consciência e a paixão do texto em Clarice Lispector.
    Eu sei que o meu coment. está enorme, mas quero dizer algo aos que reclamam do tamanho dos contos: o primeiro grande teórico do conto, Edgar Allan Poe, conceitua o conto como uma peça ficcional curta (tempo de leitura: 30 à120 minutos), então *Amor está dentro (e muito) dos padrões; embora eu os compreendo, pois quando eu estudava (ano passado) eu também não gostava de textos grandes, mas hoje me arrependo, pois eu não sabia o que eu estava perdendo, hoje o tamanho é o que menos importa.
    Espero ter o meu pedido realizado (se você conseguir os contos do James Joyce já vai estar bom demais)!!!
    Um forte Abraço e fique no amor de Deus.
    Valeu!!!

  9. Os contos dela me fazem pensar em:qual é o sentido da vida?
    Somos humanos e muitas vezes vivemos mecanicamente,buscamos a felicidade como se ela fosse,sei la,um sonho talvez,algo distante de nós e que só os mais abençoados alcançam.Deixamos de perceber as maravilhas presentes no mundo,a vulnerabilidade e magia das coisas mais simples.Deixamos de sentir a natureza que nos cerca e admira-la por beleza simples.

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